my feet :3 

my feet :3 

resurgance:

me when i have more than $20

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hanelizel:

I’ve just fallen in love lately with the idea that Nico gets super shaky and exhausted from shadow travel. 
and who better to hold him up than percy ;)

hanelizel:

I’ve just fallen in love lately with the idea that Nico gets super shaky and exhausted from shadow travel. 

and who better to hold him up than percy ;)

about-ships:

Acordei no meio da noite completamente suado, com a respiração pesada e aquela terrível sensação de vazio. Já fazia um tempo que eu não tinha pesadelos, e o dessa noite foi particularmente ruim.
Abri os olhos tentando obriga-los a entrar em foco o mais rápido possível. Eu precisava ter a certeza de que aquilo não era real.
Fitei o teto por um segundo.
Estava tudo bem. Aquele não era o teto escuro do meu antigo quarto no palácio do meu pai. Eu não morava mais lá. Não havia mais quarto escuro, não havia mais dor, não havia motivos para chorar. Foi apenas um sonho. Eu não estava mais sozinho.
Tive completa certeza disso ao sentir uma fonte de calor ao meu lado na cama. Me virei em sua direção e fiquei observando Percy dormir tranquilamente.
Ele era realmente lindo enquanto dormia.
Sorri ao ver as marcas roxas em seu pescoço. Marcas essas que foram causadas mais cedo por mim.
Não consegui controlar a vontade de chegar mais perto e abraça-lo mesmo sabendo que aquilo poderia acorda-lo. Era difícil de acreditar que meus antigos sonhos se tornaram realidade e minha antiga realidade se tornou apenas um pesadelo que me incomodava uma vez ou outra.
O apertei mais contra mim, buscando o conforto do seu calor, e passei a beijar cada uma daquelas marquinhas roxas, que eu fazia questão de deixar nele.
“Huum Nico?” Ele gemeu manhoso. Por um momento eu fiquei com pena de te-lo acordado, mas isso passou rapidamente quando ele se virou e me encarou. Aquele rosto sonolento me deixava com vontade de morde-lo. “Por que esta acordado?” 
“Tive um sonho ruim” eu disse levando umas das minhas mãos ao seu rosto e contornando seus lábios com o polegar. Eu amava os lábios dele, amava beija-los e amava ainda mais quando eles se contraiam em um sorriso.
Ele beijou o meu dedo que acariciava sua boca e sorriu antes de dizer “vem aqui” me puxando para o seu peito. Era reconfortante ter os seus braços em volta de mim, poder ouvir a batida do seu coração, sentir seu cheiro, sentir os dedos dele deslizando entre os fios do meu cabelo em um carinho gostoso… Isso me dava uma sensação de proteção. Eu poderia passar a vida inteira ali.
Meus dedos voltaram a deslizar agora sobre o seu peito nu, contornando a musculatura e sentindo os arranhões que eu tinha deixado. Eu nem tinha percebido que tinha feito aquilo. Na hora era tudo tão intenso. Tenho certeza que amanhã quando for me olhar no espelho, não vou estar em melhor situação.
“Dói?” Perguntei passando o dedo sobre um que estava mais avermelhado que os demais.
“Arde um pouco” ele disse beijando o topo da minha cabeça. “Você foi meio bruto comigo, não acha?” Seu peito subia e descia rapidamente enquanto ele ria.
“Desculpa” aquilo me deixou um pouco constrangido. Não é como se eu tivesse intensão de machuca-lo “mas na hora não me lembro de você reclamando.”
Ele riu ainda mais. Era gostoso o som da sua risada, aquilo me deixava feliz. Já estava até esquecendo o meu pesadelo quando ele perguntou.
“Com o que você sonhou?”
Hesitei por um momento. Não queria voltar a lembrar daquilo, foi um sonho ruim, principalmente porque já tinha sido realidade.
“Com a época em que ainda não estávamos juntos” escondi meu rosto no seu peitoral “a época em que eu estava sozinho.”
“Ei” ele puxou meu queixo e me fez encara-lo. Seus olhos verde-mar brilhavam intensamente e neles eu podia ver carinho. “Eu estou aqui agora. Eu sou seu” ele disse pegando minha mão e levando até o seu pescoço, onde estavam as marcas roxas “e isso aqui…” guiados pela sua mão, os meus dedos deslizavam pela pele marcada sentindo as pequenas fissuras deixadas pelos meus dentes. Ele desceu minha mão novamente até os arranhões um pouco acima do peito perto da clavícula “isso…” Sua mão agora guiava a minha para mais abaixo, até o seu peito esquerdo “isso…” Ele pressionou ela contra o local e eu pude sentir as batidas ritmadas do seu coração.
Percy sorriu e conduziu minha mão novamente passando pelo abdômen até abaixo da sua cintura. Quando toquei o local que ele indicava seu sorriso se tornou provocante “e isso aqui também, são as maiores provas disso.” Eu não consegui conter um sorriso. Ele era tão cínico.
Tomei seus lábios com vontade. Meu peito se aquecia com uma mistura de felicidade e alivio. Ele tinha razão, não havia motivo para me sentir triste. Percy era meu, só meu.
Acariciei o local onde minha mão se encontrava e ouvi com satisfação ele gemer em meio ao beijo.
“Espero que não se importe se eu precisar de uma prova mais concreta” disse descendo os meus lábios para o seu pescoço. “Deixa eu te fazer meu mais uma vez?”
Percy apertou meu cabelo com força ao sentir meus dentes novamente em sua pele. Ele se aproximou mais, aumentando o contato dos nossos corpos e então sussurrou em meu ouvido “Quantas vezes você quiser.”

about-ships:

Acordei no meio da noite completamente suado, com a respiração pesada e aquela terrível sensação de vazio. Já fazia um tempo que eu não tinha pesadelos, e o dessa noite foi particularmente ruim.

Abri os olhos tentando obriga-los a entrar em foco o mais rápido possível. Eu precisava ter a certeza de que aquilo não era real.

Fitei o teto por um segundo.

Estava tudo bem. Aquele não era o teto escuro do meu antigo quarto no palácio do meu pai. Eu não morava mais lá. Não havia mais quarto escuro, não havia mais dor, não havia motivos para chorar. Foi apenas um sonho. Eu não estava mais sozinho.

Tive completa certeza disso ao sentir uma fonte de calor ao meu lado na cama. Me virei em sua direção e fiquei observando Percy dormir tranquilamente.

Ele era realmente lindo enquanto dormia.

Sorri ao ver as marcas roxas em seu pescoço. Marcas essas que foram causadas mais cedo por mim.

Não consegui controlar a vontade de chegar mais perto e abraça-lo mesmo sabendo que aquilo poderia acorda-lo. Era difícil de acreditar que meus antigos sonhos se tornaram realidade e minha antiga realidade se tornou apenas um pesadelo que me incomodava uma vez ou outra.

O apertei mais contra mim, buscando o conforto do seu calor, e passei a beijar cada uma daquelas marquinhas roxas, que eu fazia questão de deixar nele.

“Huum Nico?” Ele gemeu manhoso. Por um momento eu fiquei com pena de te-lo acordado, mas isso passou rapidamente quando ele se virou e me encarou. Aquele rosto sonolento me deixava com vontade de morde-lo. “Por que esta acordado?” 

“Tive um sonho ruim” eu disse levando umas das minhas mãos ao seu rosto e contornando seus lábios com o polegar. Eu amava os lábios dele, amava beija-los e amava ainda mais quando eles se contraiam em um sorriso.

Ele beijou o meu dedo que acariciava sua boca e sorriu antes de dizer “vem aqui” me puxando para o seu peito. Era reconfortante ter os seus braços em volta de mim, poder ouvir a batida do seu coração, sentir seu cheiro, sentir os dedos dele deslizando entre os fios do meu cabelo em um carinho gostoso… Isso me dava uma sensação de proteção. Eu poderia passar a vida inteira ali.

Meus dedos voltaram a deslizar agora sobre o seu peito nu, contornando a musculatura e sentindo os arranhões que eu tinha deixado. Eu nem tinha percebido que tinha feito aquilo. Na hora era tudo tão intenso. Tenho certeza que amanhã quando for me olhar no espelho, não vou estar em melhor situação.

“Dói?” Perguntei passando o dedo sobre um que estava mais avermelhado que os demais.

“Arde um pouco” ele disse beijando o topo da minha cabeça. “Você foi meio bruto comigo, não acha?” Seu peito subia e descia rapidamente enquanto ele ria.

“Desculpa” aquilo me deixou um pouco constrangido. Não é como se eu tivesse intensão de machuca-lo “mas na hora não me lembro de você reclamando.”

Ele riu ainda mais. Era gostoso o som da sua risada, aquilo me deixava feliz. Já estava até esquecendo o meu pesadelo quando ele perguntou.

“Com o que você sonhou?”

Hesitei por um momento. Não queria voltar a lembrar daquilo, foi um sonho ruim, principalmente porque já tinha sido realidade.

“Com a época em que ainda não estávamos juntos” escondi meu rosto no seu peitoral “a época em que eu estava sozinho.”

“Ei” ele puxou meu queixo e me fez encara-lo. Seus olhos verde-mar brilhavam intensamente e neles eu podia ver carinho. “Eu estou aqui agora. Eu sou seu” ele disse pegando minha mão e levando até o seu pescoço, onde estavam as marcas roxas “e isso aqui…” guiados pela sua mão, os meus dedos deslizavam pela pele marcada sentindo as pequenas fissuras deixadas pelos meus dentes. Ele desceu minha mão novamente até os arranhões um pouco acima do peito perto da clavícula “isso…” Sua mão agora guiava a minha para mais abaixo, até o seu peito esquerdo “isso…” Ele pressionou ela contra o local e eu pude sentir as batidas ritmadas do seu coração.

Percy sorriu e conduziu minha mão novamente passando pelo abdômen até abaixo da sua cintura. Quando toquei o local que ele indicava seu sorriso se tornou provocante “e isso aqui também, são as maiores provas disso.” Eu não consegui conter um sorriso. Ele era tão cínico.

Tomei seus lábios com vontade. Meu peito se aquecia com uma mistura de felicidade e alivio. Ele tinha razão, não havia motivo para me sentir triste. Percy era meu, só meu.

Acariciei o local onde minha mão se encontrava e ouvi com satisfação ele gemer em meio ao beijo.

“Espero que não se importe se eu precisar de uma prova mais concreta” disse descendo os meus lábios para o seu pescoço. “Deixa eu te fazer meu mais uma vez?”

Percy apertou meu cabelo com força ao sentir meus dentes novamente em sua pele. Ele se aproximou mais, aumentando o contato dos nossos corpos e então sussurrou em meu ouvido “Quantas vezes você quiser.”

browningtons:

horsefricker:

browningtons:

Babe im not grabbin ur boob im grabbin ur heart 

thats my right boob tho

babe

destroy-wifi:

maxxtosh:

Wait for it…

 

destroy-wifi:

maxxtosh:

Wait for it…